Com um certo ar de desdém olhou para a uma pessoa no ponto de ônibus. Desde sua possante máquina automotiva o mundo parecia pálido e insignificante. Acreditava que suas vestes D&G, seu celular de última geração, sua caneta tinteiro Mont Blanc, seu sapato Prada ofereciam algum sentido para a vida. Seu desdém para com os transeuntes da metrópole era algo constante. Uma existência demasiadamente sofisticada e destacada para perceber o verdadeiro sentido do viver.
04fev2014
Força Sempre!